Hoje temos um novo relato de uma experiência com o polêmico liquidificador.
Vejo com prazer que a “blender experience” vai fazendo adeptos e fico feliz em saber que ainda existem enófilos sem frescuras, nem preconceitos.
Como vão perceber, os resultados mudam conforme ao vinho (e ao gosto): interessante notar que no meu caso o álcool sobressaiu, já no caso do leitor Doni França foi o contrário. Confiram o comentário dele na integra:
“Meu paladar não é muito apurado, contudo, fiz o teste com duas taças de um vinho francês recém adquirido na minha última viagem. Segui a orientação dos especialistas e utilizei um vinho de 2007.
Bom, tanto eu quanto minha mãe reconhecemos uma diferença significativa no sabor. A primeira é quase a eliminação daquele gosto de madeira seca (ou algo parecido com isso), o que abriu especa para o gosto da uva. A segunda é uma redução do gosto do álcool, fato incrivelmente percebível pelo cheiro e pelo paladar. Para mim, o resultado foi ótimo, principalmente porque reduziu um pouco o gosto do álcool, algo que para mim deve ser bastante moderado em uma bebida.
De um modo geral, achei o resultado equilibrado e bem satisfatório.
Continuarei fazendo testes, talvez agora no método tradicional, para fazer comparações.”
Doni, obrigado pelo testemunho e valeu pela “coragem”.
E agora, who’s next?



