terça-feira, 2 de novembro de 2010

Vidro não reciclável: é para vinhos pirateados


Se você tiver uma garrafa de Chateau Lafite-Rothschild 1982, sorte sua. O Robert Parker deu 100/100 para este rótulo, e os preços são exorbitantes (digamos que daria para comprar um carro). No entanto, se você é o tipo de enófilo que abre esses ícones (re-sorte sua), não jogue fora a garrafa. Um estudo do professor Günter Schamel da Universidade de Bolzano, mapeou as vendas de garrafas vazias de vinhos raros no eBay: uma garrafa destas, sem o seu precioso conteúdo liquido, vale mais que 100 Euros.

Alguém poderia pensar que o fanatismo dos eno-colecionadores não tem limites, mas na verdade o motivo é outro: de acordo com o New York Times, por exemplo, estas garrafas servem para alimentar o mercado dos falsificados.
Não são poucos os casos de vinhos piratas: famoso foi o da garrafa Magnum (1 litro e meio!) de Chateau Pétrus 1961 servido no restaurante Zafferano de Londres. O cliente o retornou, julgando-o falso.

O talvez simplesmente tinha lido a carta de vinhos com maior atenção: aquela garrafa custava 18.000 Libras, cerca de R$ 40.000.

2 comentários:

  1. uau!Isso meu deu uma ideia!
    hahah...
    BOA MATÉRIA!

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  2. Que loucura, como um vinho pode custar tanto? Bem, como este ícone é simplesmente meu sonho de consumo, estou livre de cair na armadilha de comprar o mesmo falsificado.
    Postagem bastante interessante.

    Um grande abraço e boa semana!

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