
E continuando com o mesmo assunto, segue na íntegra a entrevista ao Daniel Salton.,
presidente da homônima vinícola que protagonizou o caso das salvaguardas (diretamente da Revista Menu).
"O processo de salvaguarda para o vinho brasileiro foi montado a partir de informações de seis vinícolas gaúchas. Uma delas foi a centenária Salton. Uma semana após a abertura do processo, a Salton informou, em nota oficial, que não apoiaria mais a causa. Hoje, Daniel Salton, presidente da vinícola, explicou as razões de a empresa ter se retirado do processo. “A salvaguarda viria para proteger um setor fragilizado e com vinícolas em dificuldades. Nossa intenção inicial foi a de ser solidários com a causa e aos problemas enfrentados por empresas próximas de nós”, respondeu ele, por e-mail, para a Menu.
"O processo de salvaguarda para o vinho brasileiro foi montado a partir de informações de seis vinícolas gaúchas. Uma delas foi a centenária Salton. Uma semana após a abertura do processo, a Salton informou, em nota oficial, que não apoiaria mais a causa. Hoje, Daniel Salton, presidente da vinícola, explicou as razões de a empresa ter se retirado do processo. “A salvaguarda viria para proteger um setor fragilizado e com vinícolas em dificuldades. Nossa intenção inicial foi a de ser solidários com a causa e aos problemas enfrentados por empresas próximas de nós”, respondeu ele, por e-mail, para a Menu.