quarta-feira, 26 de maio de 2010

Avaliação gringa: e falando em arte...

Antes que alguém me critique para falar quase exclusivamente de vinho tinto e até agora de nenhum vinho brasileiro vou matar dois coelhos com uma só cajadada (coitados dos coelhinos, mas fazer o que...).

Para a avaliação de hoje escolhi um vinho da categoria que mais se destaca no Brasil, ou seja, a dos espumantes, que, a diferença dos tintos e brancos nacionais, já estão a nível internacional e com um bom custo/beneficio.

A Casa Valduga é talvez a vinícola que mais conseguiu alcançar este nível e em seu catalogo tem aquele que é considerado pela crítica como o melhor espumante brasileiro, o 130, que inclusive ganhou vários prêmios internacionais.

A vinícola, uma das mais antigas do Pais, foi fundada em 1875 quando a família Valduga chegou ao Brasil vindo da cidade de Rovereto, na Itália. Os Valdugas se estabeleceram no Rio Grande do Sul, aonde logo começaram o cultivo das primeiras parreiras no meio do Vale dos Vinhedos.

Este Arte Brut é um espumante da linha mais comercial, mas oferece boa qualidade pelo preço cobrado.

È um corte de Chardonnay (70%) e Pinot Noir (30%) e é elaborado pelo método tradicional (champenoise).

Presenta uma cor amarelo clara e um perlage bastante persistente; no nariz maça e pão tostado; na boca bastante frescor e uma agradável cremosidade no final.

Custa mediamente R$ 30,00 e achei um preço justo. Eu paguei R$ 19,00 em oferta, então saí ganhando.

Voto gringo: 6        



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