quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Wine Lounge 2013: o evento que você não vai querer perder

Mais um encontro imperdível para o eno-mundo brasileiro. Vem aí a 2ª edição do Wine Lounge, da importadora Wine Brands. Grandes marcas do mundo inteiro em degustação com a presença dos produtores. E ainda comidinhas, música, e mais, tudo em ambiente moderno e aconchegante. Anote as datas: dia 2 de setembro em São Paulo, dia 3 de Setembro no Rio de Janeiro. Horário diferenciado para profissionais e consumidores. A seguir, o release oficial com todos os detalhes e informações para inscrições.
Não perca!

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Winebrands promove 2ª edição do Wine Lounge no Rio de Janeiro e em São Paulo

Evento aberto ao público reúne produtores de vinhos do Velho e
do Novo Mundo dia 3, no MAM

A Winebrands, uma das mais importantes importadoras do mercado e especializada na importação exclusiva de vinhos de grandes produtores, promove em São Paulo e no Rio de Janeiro, dias 2 e 3 de setembro, respectivamente, a 2ª edição do Wine Lounge. O evento, que ocorre a cada dois anos, promove o encontro de enólogos e produtores de grandes vinícolas — entre elas Antinori, Bodega Norton, Anakena e Maison Albert Bichot — com o público num ambiente diferenciado. No Rio de Janeiro, será realizado no MAM e, em São Paulo, no Museu da Casa Brasileira. Ambos os espaços serão transformados em um lounge moderno, com trilha sonora e coquetel diferenciados, onde serão degustados importantes rótulos. A 1ª edição do Wine Lounge, há dois anos, foi bastante elogiada pelo público e critica especializada por ter sido a primeira a conseguir dar um ar informal a um encontro de vinhos.

De acordo com Ricardo Carmignani, CEO da Winebrands, o Wine Lounge 2013 reflete o atual momento da importadora. “Temos muitas novidades e novos grandes produtores a apresentar, porém mantivemos o conceito da primeira edição do evento realizado em 2011, proporcionando um espaço agradável e confortável onde nossos clientes possam interagir com os responsáveis pelas vinícolas, de forma direta e descomplicada. Esse é a essência da Winebrands e do Wine Lounge 2013. Nosso objetivo é aproximar as grandes marcas do consumidor brasileiro, por isso, este ano, decidimos dedicar uma parcela dos convites para o cliente final, que também poderá participar do evento e degustar nossos melhores vinhos”, explica.

As vinícolas Anakena (Chile); Bodega Norton (Argentina); Costaripa (Itália); Falesco (Itália); Finca Perdriel (Argentina); Maison Albert Bichot (França); Marchesi Antinori (Itália); Marchesi Incisa della Rochetta (Itália); Marques de Griñon (Espanha), Prunotto (Itália); Ste Michelle Wine Estates (Estados Unidos); Steenberg (África do Sul) e Venegazzú (Itália) estarão com representantes no evento.

O menu do Wine Lounge 2013 leva a assinatura do chef Ricardo Lapeyre, premiado recentemente pela revista Veja Rio como Chef Revelação na especial Comer & Beber 2013. O chef desenvolveu menu de finger foods com toque brasileiro, que serão servidos em forma de coquetel volante e estação fixa. Alguns dos itens que o chef criou para o evento foram pastel de queijo gruyère e compota de maçã; churrasquinho de filé com farofinha e molho café de Paris; bolinho de aipim com carne de sol; sablê de grana padano com surubim; mini tartelete de javali com especiarias; bolinha de queijo crocante; pirulito de lagostim com hollandaise de maracujá e ceviche de namorado com gelatina de limão.

Haverá ainda uma mesa com produtos gourmet como Pasta Mancini; chás Inti Zen e infusões Chamana — com blends como chá verde picante; chá branco, lichia e folhas de verbena; manga, papaia e pêssego; chá verde, camomila e casca de laranja, entre outros; Molhos della Terra (Basílico e Pesto); além de azeites (Antinori, Casa Anadia, Marques de Grinon, Xertoil) e acetos balsâmicos Monari Federzoni. As massas e molhos serão servidos a partir das 19h e os chás e azeites estarão disponíveis para degustação.
A programação musical do Wine Lounge foi desenvolvida tendo como objetivo estimular os sentidos dos convidados. Por meio de uma pesquisa musical detalhada, foi elaborada uma playlist personalizada para cada uma das uvas, de acordo com as principais características das cepas. A seleção inclui, por exemplo, Chet Baker e Old Devil Moon associados à Chardonnay. Famosa por ser a casta branca mais cultivada no mundo e pelo perfil leve, frutado e adaptável a diversos países, combina bem com o jazz. Bajafondo, Gotan Project e Marina de la Riva são a “harmonização” perfeita para a uva Malbec que é frugal e ao mesmo tempo austera. Stacey Kent e Samba Saravah para Cabernet Franc; Die Katze para a Riesling; Jamie Cullum para a Sangiovese e Les Etoiles para Pinot Noir completam a seleção.
Confira abaixo um descritivo de algumas das vinícolas presentes:

Anakena (Chile/Alto Cachapoal)
No final dos anos 90, Felipe Ibáñez e Jorge Gutiérrez, amigos de infância, fundaram a Viña Anakena com o objetivo de elaborar vinhos de terroir, de alta qualidade, inovadores, que refletissem o grande potencial do Chile como produtor mundial. Elegeram a região do Alto Cachapoal, aos pés do Andes, para começar sua produção em 1999. Atualmente, possuem também vinhedos em Leyda, Peumo, Colchagua e exportam para mais de 50 países. O Brasil está entre os 10 mercados mais importantes. A vinícola é um projeto de um grande arquiteto chileno, com tecnologia de ponta e projetada para causar o mínimo de danos possíveis à natureza.

Bodega Norton (Argentina/Mendoza)
“A Evolução da Experiência”. Essa é a frase que resume a missão da Bodega Norton e traduz, de fato, a filosofia da vinícola mais antiga ao sul do Rio Mendoza. Fundada em 1895, pelo engenheiro inglês Edmund J.P. Norton, a Bodega Norton está presente atualmente em mais de 60 países. Em 2006, a Wine Spectator elegeu a vinícola como uma das 20 mais importantes do mundo. Hoje, a Norton é uma das cinco vinícolas mais importantes da Argentina e líder no segmento de restaurantes no país.

Costaripa (Itália/Lombardia)
No começo dos anos 70, a vinícola Villa di Moniga, situada próxima ao Lago de Garda, na Lombardia, e fundada em 1896, passa a chamar-se Costaripa. Começa aí a história de sucesso de Mattia Vezzola. Nascido ao Sul do Lago de Garda, o enólogo é o proprietário e o homem à frente da vinícola. Com produção anual de 400 mil garrafas, a Costaripa está localizada no coração de Valtenesi, entre o centro histórico de Monica Del Garda e a estrada que liga Desenzano a Saló. A vinícola foi projetada com o objetivo de aproveitar as melhores condições da região para a maturação e vinificação dos vinhos. Conhecida como a terra do vinho Chiaretto (rosado), a região é famosa pelo cultivo da uva groppello. Chiaretto é também uma pequena DOC italiana. Os vinhos que têm essa denominação são elaborados com as uvas: groppello, marzemino, sangiovese e barbera. O primeiro vinho Chiaretto di Moniga foi criado em 1904 pelo avô de Vezzola. Hoje, é muito conhecida pelo Rosamara que ganhou medalha de ouro no Concurso Mundial de Rosés, em Cannes na França.

Falesco (Itália/Lazio e Úmbria)
Fundada em 1979 pelos irmãos Renzo e Riccardo Cotarella, a Falesco tornou-se uma das vinícolas mais importantes da Úmbria, região que era conhecida apenas pela charmosa cidade medieval de Orvieto. A vinícola foi criada quase que como um tributo à memória do pai dos enólogos, Domenico, que morreu aos 48 anos, num acidente de trator. A Úmbria vivia tempos à sombra da Toscana no que dizia respeito a grandes vinhos e Domenico trabalhava arduamente em sua propriedade. Na ocasião da morte do pai, Ricardo com 23 anos e Renzo, 17 anos, decidiram levar adiante o projeto do patriarca e produzir vinhos de alta qualidade numa região praticamente desconhecida do mundo.  Depois de 34 anos, a Falesco é uma das maiores vinícolas da Úmbria.

Finca Perdriel (Argentina/Mendonza)
Um projeto à parte da Bodega Norton, a Finca Perdriel tem as videiras mais antigas da vinícola. Além disso, possui um tipo de solo que é único no mundo em que há mais mineralidade e onde a camada mais superficial é bem fina. Isso faz com que as raízes das videiras penetrem muito profundamente, gerando vinhos muito concentrados em cor, aromas e sabores. É lá que é produzido o Perdriel del Centenário, rótulo criado para comemorar os 100 anos da Norton e que tornou-se um ícone da vinícola. O Brasil é o maior consumidor deste vinho no mundo.

Maison Albert Bichot (França/Borgonha)
A família Bichot escolheu a Borgonha como seu lar antes mesmo de o Brasil ter sido descoberto, em 1350. Eram comerciantes em Monthélie, mas foi a partir do século XIV que Albert Bichot imprimiu grande impulso aos negócios da família, transferindo-se para Beaune onde, desde então, dedicam-se à produção de vinhos. Atualmente Alberic Bichot, 6ª geração dos Bichot, está no comando dos Domaine que se estendem por 100 hectares de vinhedos em Chablis, Côte de Nuits, Côte de Beaune e Côte Chalonaise, produzindo vinhos orgânicos, o que mostra o respeito e os princípios desse produtor. Merecem destaque alguns “Domaine” que deram o devido reconhecimento à Família Bichot e que estão presentes hoje nos melhores restaurantes da França e em mais de 100 países. São eles: Domaine Long Depaquit, em Chablis (65 ha); Domaine du Clos Frantin, em Nuits Saint Georges (13 ha) na Côte de Nuit;  Domaine du Pavillon, em Pommard (17 ha) na Côte de Beaune e Domaine Adélie, em Mercurey (4,2 ha) na Côte Chalonnaise.
Albert Bichot é um recordista de prêmios, já recebeu mais de 1.200 prêmios por todo o mundo, o que comprova a qualidade e o respeito que os mercados francês e mundial têm por esse excepcional produtor da Borgonha.

Marchesi Antinori (Itália – Várias Regiões: Toscana, Puglia, Úmbria, entre outras)
Uma família pessoalmente dedicada ao mundo dos vinhos há 26 gerações, um mestre apaixonado por enologia à frente da elaboração dos rótulos, paixão pela terra e uma filosofia que prega que o amor às raízes nunca será um entrave para a inovação. Esta é a receita que faz da família Marchesi Antinori uma das mais tradicionais e reconhecidas na história do vinho italiano. A última novidade é a nova sede da Antinori na localidade de Bargino, em San Casciano Val di Pesa, na estrada que liga Florença a Siena. É lá que foi inaugurado, no começo de 2013, um projeto arquitetônico majestoso que abriga os escritórios da empresa e está apto a receber visitantes do mundo inteiro ávidos pelos rótulos clássicos e imbatíveis como: Solaia, Tignanello, Guado Al Tasso, Villa Antinori, Cervaro della Sala, entre muitos outros. Há mais de 600 anos elaborando vinhos que expressam toda a personalidade do terroir da Toscana, a Antinori também está presente na Umbria, Puglia, Piemonte, entre outras regiões da Itália e é distribuída para 60 países.  O enólogo responsável pelas preciosidades da vinícola, Renzo Cotarella, é um dos mais aclamados do mundo. À frente do negócio, o presidente da companhia, Piero Antinori, e suas filhas Albiera, Allegra e Alessia acreditam que cada terroir, cada vinhedo e cada ideia é um novo começo.

Marchesi Incisa della Rochetta (Itália/Monferrato)
Piemonte significa literalmente os pés da montanha. E é lá, nas montanhas de Monferrato, desde 1800, que estão os vinhedos da Marchesi Incisa della Rocchetta, um produtor piemontês que aposta na elegância e que foge dos clichês. Um de seus rótulos é produzido com a uva pinot nero (pinot noir), e leva o nome do fundador e mais antigo membro da família a elaborar vinhos: o Marchese Leopoldo. A história da família e da área de Monferrato estão intimamente conectadas e remontam ao século XI. Durante muito tempo, eles elaboraram seus próprios rótulos. A atividade começou com os monges beneditinos que receberam a permissão para plantar vinhas nas montanhas que eram propriedade da família, em Rocchetta Tanaro. Nunca antes vendida no Brasil, a Marchesi Incisa será distribuída, com exclusividade, para todo o país pela Winebrands.

Marqués de Griñon (Espanha/Toledo)
Marques de Griñon é um dos mais exclusivos produtores de vinhos finos e de azeites de oliva diferenciados da Espanha. Dominio de Valdepusa e El Rincón são as duas propriedades que compõem a vinícola, pertencente à Família de Carlos Falcó desde 1974. Dominio de Valdepusa, em Toledo, é reconhecida por elaborar alguns dos vinhos mais inovadores da Espanha e foi a primeira vinícola a receber oficialmente do Estado Espanhol o título “Vinos de Pago” (vinhos oriundos de uma propriedade com características de solo e microclima que os diferenciam de outros lugares).  Além disso, em 2002, tornou-se uma DO (Denominação de Origem) reconhecida mundialmente. A casa principal e a adega são construções históricas do século 18 e hoje produzem vinhos avaliados como os melhores entre os tops do País. El Rincón, a 55 Km de Madrid, onde Carlos Falcó mora atualmente, possui 9 hectares de syrah e grenache. O solo único de El Rincon com características menos continentais confere aos delicados vinhos, elaborados na propriedade, sabores de flores e ervas com final persistente e memorável.
Falcó, notável engenheiro agrônomo, é conhecido por seu pioneirismo em suas propriedades com o primeiro sistema de irrigação por gotejamento da Europa e, possivelmente, do mundo. Inovação e elegância são as marcas dos vinhos elaborados pela Marques de Griñon.

Prunotto (Itália/Piemonte)
A Tenuta Prunotto foi fundada em 1904 por Notaio Giacomo Oddero e Alfredo Prunotto e, inicialmente chamada de Cantina Sociale "Ai Vini delle Langhe". Nos anos 1920, Alfredo Prunotto e sua esposa assumem a cantina e lhe dão seu próprio nome, Prunotto. Graças ao empenho do casal, a marca ficou famosa e seus vinhos passaram a ser exportados para todo o mundo. Inicialmente na América do Sul e em seguida nos EUA. Em 1956, Alfredo decide afastar-se da empresa, que passa às mãos dos irmãos Colla, Tino e Beppe. Em 1961, começam a serem separados os vinhedos "crus", como Barolo Bussia e Barbera d'Alba Pian Romualdo. Em 1989, a familia Antinori inicia sua colaboração na Prunotto, ocupando-se primeiramente da distribuição e, em 1994, com a saída dos irmãos Colla, também da produção, mantendo o excelente nível de qualidade dos produtos. Prunotto está na zona de Alba, no centro da região de Langhe, e possui 50 hectares de vinhedos no Piemonte. A Prunotto realiza estudos, pesquisa e experimentações em seus vinhedos, buscando todos os anos a melhor maneira e técnica para tratar as videiras e a produção de cada vinho, respeitando suas características e exaltando seu potencial. Nos últimos 10 anos, investiram no desenvolvimento qualitativo de todas as videiras, projetando novos vinhedos em áreas previamente estudadas com o intuito de cultivar as variedades em terrenos melhores para cada uma.

Ste Michelle Wine Estates (EUA/Washigton Estates - Califórnia – Oregon)
A St Michelle Wine Estates é a empresa que congrega todas as vinícolas americanas importadas com exclusividade, pela Winebrands, como: Stag’s Leap, Columbia Crest, Chateau Ste Michelle, Antica, Villa Mt Eden, Erath e Col Solare. As vinícolas estão situadas nas três principais regiões produtoras de vinhos dos EUA: Oregon, Califórnia e Washington Estates. A Winebrands possui hoje o mais completo e importante portfólio de vinhos americanos do mercado.

Steenberg (África do Sul/Cidade do Cabo)
Steenberg significa ‘Montanha de Pedra’, soa romântico, mas o nome original era ainda mais bonito: era chamada “Swaaneweide” – o local em que os cisnes se alimentam. A primeira proprietária da vinícola da Cidade do Cabo, Catharina Ras, estava provavelmente sendo nostálgica a respeito de sua vida em Lübeck, na costa báltica da Alemanha, quando batizou a propriedade. Steenberg sofreu uma extensa análise de solo e de microclimas antes do início de um programa completo de replantação. Há aproximadamente 62 hectares de vinhas, das quais 70% são brancas: sauvignon blanc (45% do total das vinhas) e semillon. As variedades tintas são merlot, cabernet franc, pinot noir e shiraz. A fazenda também é uma das poucas na Cidade do Cabo a ter investido na variedade tinta italiana nebbiolo. A filosofia é que “os vinhos cresceram no vinhedo e então cuidaram da vinícola".

Venegazzú (Itália/Veneto)
Os 80 hectares da Azienda Agrícola Conte Loredan Gasparini estão localizados em Volpago del Montello, na província de Trevigiani, uma zona historicamente reconhecida para a elaboração de grandes vinhos. Em 1950, o conde Piero Loredan, descendente direto do rei de Veneza Leonardo Loredan, conhecendo bem o potencial de suas terras, começou a plantar vinhedos. Em pouco tempo, a vinícola tornou-se uma importante revelação no mercado vitivinícola italiano. Em 1973, a vinícola foi comprada pelo atual proprietário, Giancarlo Palla, que deu continuidade ao trabalho do conde com a mesma paixão e entusiasmo. Um dos grandes vinhos produzidos pela vinícola é o Capo di Stato que foi batizado em homenagem aos chefes de Estado, especialmente a Charles de Gaulle. Numa cerimônia em Veneza, depois de seu discurso, De Gaulle agradeceu pelo grande Bordeaux que havia degustado, quando na realidade havia provado o Capo di Stato que é elaborado com Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Malbec.

Além das vinícolas que estarão presentes no evento com representantes, a Winebrands apresentará outros vinhos importantes de seu portfólio, sendo eles das vinícolas Weingut Becker-Landgraf (Alemanha); Haras de Pirque (Chile); Bodega Balbás (Espanha); Lucien Albrecht (França); Dobogó (Hungria); Tedeschi (Itália); Marco Felluga (Itália); Villa Maria Estate (Nova Zelândia); Quinta dos Grilos (Portugal); Quinta das Tecedeiras (Portugal); Encostas do Douro (Portugal).

Serviço:

Wine Lounge Rio de Janeiro
Museu de Arte Moderna – 03/09

14h às 16h – Jornalistas
16h às 21h – Convidados da Winebrands
18h às 21h – Aberto ao público

150 convites disponíveis.
Preço: R$ 270.
Informações e vendas: 0800-7715556 ou winelounge2013rj@winebrands.com.br 

No período de 4 a 30 de setembro, o valor do ingresso pode ser revertido em descontos para compras de produtos do portfolio Winebrands com descontos que vão de 5 a 9% (desconto escalonar, atrelado aos valores das compras).







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